quinta-feira, 14 de maio de 2015

Alimentação infantil - Parte 1


Olá mamães virtuosas!

Hoje vamos falar sobre a alimentação dos nossos filhos. Bom, como tenho dois filhos, vou dividir este assunto em duas partes. Parte I, alimentação do Davi, e Parte II, alimentação do Matheus. Por quê? Porque eles se alimentam completamente diferente.
Quando Davi nasceu, mesmo diante de todas as dificuldades da amamentação (falarei sobre isso em outro post), eu determinei que ele seria alimentado exclusivamente com leite materno até os seis meses, e assim foi. Após esse período, mal sabia o que estava me esperando. A introdução alimentar dele se deu primeiramente pelas frutas (as papinhas doces por duas semanas), sucos, e água; e depois com as papinhas salgadas.

Eu como mãe de primeira viagem, fui com muita ansiedade para que houvesse a aceitação, e não foi bem assim que ocorreu. Demorou em torno de um mês para que a alimentação fosse alcançada. Eu sempre optei pela alimentação saudável, nada com muito sal ou temperos prontos. Eu usava somente os temperos naturais, alecrim, salsa, cebola, alho, cebolinha, etc. Não oferecia sucos com açucares e nem doce de espécie alguma. Refrigerante então, nem pensar. Durante um ano a alimentação dele foi excelente, mas um belo dia, quando meu filho Davi tinha mais ou menos um ano e meio, decidiu não comer mais. Aí começou a minha labuta, rs. Ele não quis saber de fruta nenhuma, quando digo nenhuma é nenhuma mesmo. Comecei a me desdobrar em pesquisas, receitas, invenções, para que o organismo dele tivesse o mínimo de nutrientes possíveis. Tinha muito medo da anemia. E todo mês o levava ao pediatra que a cada seis meses passava o exame de sangue, e graças a Deus, Davi nunca teve anemia. Sempre muito saudável. O pediatra sempre dizia: “Olha não sei o que está fazendo, mais continue porque está funcionando.”
Só eu sabia o que passava para o Davi se alimentar. Até que um dia cheguei em uma receita, que ele amou. A famosa sopa de letrinhas com legumes. Os legumes que ele não gostava, eu cozinhava com a sopa e amassava fiz assim com feijão que também nunca gostou.

Depois de quase dois anos, assim como parou de se alimentar, voltou a se alimentar novamente. Eu ouvi muitas pessoas dizerem que a culpa era minha, que ele não se alimentava porque eu o dava leite, e não deixa com fome. Que era porque eu não o deixava comer doces, etc, que todas as crianças comem. Agradeço a Deus por nunca o ter deixado comer essas coisas, porque hoje, mesmo que ele beba refrigerantes, o máximo que ele bebe é meio copo. Não gosta muito. Enfim, o que quero dizer é que vale a pena insistir, mas não vale a pena se descabelar. Todo mundo tem um segredo para te passar, mas quem vive e convive com essa situação todos os dias é você e seu filho. Não vale a pena chantagear, gritar, brigar, bater muito menos. A hora da alimentação tem que ser divertida, prazerosa. Tem dias que ele não quer comer sozinho e me pede para “tratar” dele. Se eu faço? CLARO. Tenho aprendido que tudo tem um tempo, e as coisas passam muito rápido. Aqui em casa existem regras, doce só final de semana, e mesmo assim controlados, e não bebemos refrigerante em casa, e toda vez que vamos passear ou almoçar em algum lugar, ele pede suco. Minha dica?? Tente achar alguma coisa que seu filho goste, e explore, crie, seja muitooo criativa.

Lembra que no post anterior, eu disse sobre os frutos do Espírito, pois é, meus filhos em ensinam muito sobre eles.

Vou deixar um link que achei na internet sobre pratos infantis decorados, e algumas receitinhas, lembra da criatividade? Vale a pena conferir:

Gostaria de saber como é a alimentação dos seus filhos, compartilhe conosco.
Fiquem na paz de Jesus e até a próxima semana, se Ele quiser!

Texto escrito por Juliana Saviano para o Projeto Virtuosas
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