terça-feira, 31 de março de 2015

Por Dentro de Tudo


Gritar, bater ou... dialogar?



Quem nunca ficou brava, nervosa ou histérica com o filho que pela milésima vez fez exatamente o que você disse para não fazer? Todas nós já passamos, ou irá passar, por momentos de estresse em sua vida com os filhos, mas a questão é: diante desse estresse qual foi a sua reação? Basta uma reflexão ou conversar com uma mãe ao lado para descobrir uma infinidade de situações em que a mãe ficou fora de si e gritou com o filho ou até mesmo bateu, quero dizer que nenhuma dessas duas reações estão corretas mesmo sendo as que mais recorremos.


GRITAR: deixando a criança primeiramente com medo, depois pode desenvolver para trauma, desenvolvendo para depressão, inferioridade ou acentuando ainda mais o mau comportamento. A criança se sente impotente e inferior, pois ao gritar, a mãe descontrolada diz coisas que normalmente não diria, deixando aquela marca no inconsciente da criança.

BATER: muitas mães batem na hora do descontrole, soltando toda sua raiva na criança, que por vezes nem sabe ao certo o porque de tanto ódio demonstrado no olhar ao bater.

O QUE FAZER?: Gritar jamais, mesmo que seja mais forte que você, tente se controlar, conte até 100 se necessário, mas não mostre seu descontrole ao seu filho, afinal, você é o adulto e ele a criança, é você que tem que mostrar controle da situação. A Palavra de Deus nos exorta a termos tempero em nossas palavras, isso não é só para os relacionamentos com outras pessoas, mas para nossa família também. A Bíblia também fala da vara, mas antes disso fala do conhecimento e da disciplina; o conhecimento deve ser o primeiro a ser investido, use de seu intelecto e converse com seu filho sobre o que esta acontecendo, explique, por exemplo, o porque é errado espalhar todos os brinquedos e não juntar na caixa depois, não subestime a inteligência de seu filho. Lembre-se que o resultado não será imediato, dê tempo à criança para absorver aquela nova lição, se a conversa não der resultados use da vara, mas nunca na hora da raiva, mas depois de se acalmar, e sempre mediado por conversas.

O melhor sempre será uma boa conversa!

Texto Escrito pela Pedagoga Priscila Vieira
Para o Projeto Virtuosas (Direitos Reservados)
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